Ocorreu um erro neste gadget

quarta-feira, 18 de agosto de 2010

O Senhor me acolherá. (Pastor Olavo Feijó)


Salmos 27:10 - Porque, quando meu pai e minha mãe me desampararem, o SENHOR me recolherá.

O rei Davi experimentou na carne as duas coisas: o abandono dos homens e a acolhida divina. Sobre o Senhor, ele escreveu: "Ainda que me abandonem pai e mãe, o Senhor me acolherá" (Salmo 27:10).

Dói muito, quando sofremos o abandono da família e dos conhecidos. Quando isso acontece, sentimo-nos como o mais solitário dos mortais. Infelizmente, com o aumento do consumismo e da insegurança pública, a tendência do abandono tem sido a de aumentar.

O Salmista descobriu uma coisa importante: quando tudo aqui em baixo está fechado, vale a pena o olhar para cima. Para cima, onde o Senhor está. Ao fazer isso, Davi encontrou conforto. Porque todas as vezes que apelou para o Senhor, recebeu guarida e se sentiu apoiado. Quando o Salmista escreveu "o Senhor me acolherá", sua postura não foi a de ensinar uma doutrina, mas a de comunicar sua experiência. Ele aprendeu que quando nos agarramos com Deus, Ele nunca nos abandona: "O Senhor me acolherá".

sexta-feira, 13 de agosto de 2010

Tempos difíceis (Pastor Sérgio Fernandes)


Salmos 42:1 - ¶ [Masquil para o músico-mor, entre os filhos de Coré] Assim como o cervo brama pelas correntes das águas, assim suspira a minha alma por ti, ó Deus!

O Salmo 42 é um antídoto para lidarmos com momentos trabalhosos.

Talvez você esteja vivendo um tempo de grandes desafios, e foram nestes versos que percebi que, embora pareça distante, o Senhor está bem próximo de cada um de nós. Apesar de parecer longe, Ele está presente!

Apesar de parecer insensível, Ele sente cada uma de nossas dores! Somente bebendo das límpidas águas de Sua graça que você entenderá o motivo de toda essa movimentação em sua jornada de fé.

O cervo é um animal de hábitos solitários. Realiza boa parte de suas atividades ou no nascer ou no por do sol. Ele é conhecido por sua agilidade, característica essa que o livra dos seus predadores.

Não tenho dúvida que, fazendo uso de seus atributos para correr e escapar do perigo, este animal seja consumido por uma sede insaciável. É isso que o faz desejar água fresca (correntes de águas). A sede que sentimos de Deus nasce em momentos trabalhosos.

Deus permite o predador se aproximar de nós, para, ao fugir dele, encontrarmos refúgio em Seus braços amorosos. A luta cotidiana é um convite para matarmos nossa sede na fonte que é Cristo! Beba hoje de suas águas!

Quando eu me vejo envolto a problemas, é característica minha parar, por a mão sobre o rosto e suspirar. Talvez seja por isso que a palavra “suspirar”, nesse salmo, tenha me deixado tão intrigado.

O suspiro do salmista era um pedido de ajuda, uma mensagem oculta do seu coração. Ele suspirava por Deus porque sentia Sua ausência. Deus parece brincar de esconde-esconde conosco; é comum os heróis da fé comentarem em suas biografias que grandes vitórias foram sucedidas de momentos onde o Pai Celestial parecia distante.

Mas todos perceberam o quanto essa “ausência aparente” foi importante para aprimorar sua fé. Você tem suspirado não é mesmo? Mas não entregue os pontos. Diferente de nós, Deus não se esquece e não desiste!

O peso do dia a dia deixa nossa alma sedenta. Independente de sermos cristãos ou não, todos sentimos essa sensação oculta e interior de que algo nos falta. Esse sentimento é sintoma de que nossa alma está sedenta.

Quando uma pessoa não conhece a promessa de salvação em Cristo, ela procurará saciar-se com coisas terrenas e passageiras (mas infelizmente, permanecerá com sede). Nós cristãos devemos ser diferentes delas; nós conhecemos aquEle que disse: “Quem tem sede, venha a mim e beba”.

É Jesus quem pode nos saciar quando o mundo parecer tão complicado. Preciso lhe dizer algo: você tem olhado muito para o mundo, pensando que são as coisas dessa vida que saciarão sua sede! Não faça isso! Beba de graça da Fonte da Água da Vida e seja fortalecido para continuar lutando!

Este Salmo foi escrito pelos filhos de Corá. Acostumados com a vida religiosa de Israel, se deparam com uma dura realidade: eles estavam exilados de Jerusalém, sem poder participar do culto no templo.

Com o coração ardendo de saudades, surge o questionamento: “quando me apresentarei ante a face de Deus?”. Eles já sabiam o que quero lhes ensinar. Quando sua realidade for dura demais, a única receita eficaz é se apresentar diante de Deus.

Fale com Ele! Derrame suas dores diante do Único Ser no universo que pode lhe salvar! Ainda que não saia desse encontro com aquilo que você QUER, eu posso lhe garantir que você sempre sairá com aquilo que REALMENTE PRECISA: Graça para prosseguir um pouco mais adiante, onde poderá receber a promessa divina.

Deus te abençoe!