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quarta-feira, 23 de junho de 2010

Chuvas de bênçãos...




Deus me fez próspero na terra da minha aflição. (Gn 41:52)

Caem as chuvas de verão. Da janela o poeta contempla a chuva. E as gotas caem, fustigando a terra. Mas o poeta vê, em suas imaginações, mais do que a chuva que cai ante os seus olhos. Ele vê os milhares de flores que em breve irão desabrochar, colorindo a terra e enchendo-a de perfume. E canta, em seus versos, que para ele não são gotas de chuva, que caem, mas miríades de flores e frutos.
Quem sabe se algum filho de Deus que está sendo açoitado agora, está dizendo em seu coração: “Ó Deus, está chovendo forte sobre mim esta noite.”
“Estão chovendo provas que parecem ir além da minha capacidade de suportar. A chuva do desapontamento é forte, destruindo todos os meus planos. O luto está caindo sobre a minha vida, fazendo meu coração temer e estremecer de tanto sofrimento. Sim, uma chuva de aflição está caindo sobre mim nestes dias…”
Entretanto, amigo, não é bem assim. O que há em sua vida não são chuvas de aflições e, sim, de bênçãos. Basta crermos na Palavra do Pai, e da chuva que nos açoita irão brotar chuvas espirituais de grande fragrância e beleza, que nunca havíamos conhecido, antes de passar pela tempestade ou pela disciplina de Deus.
Sempre vemos a chuva. Mas será que vemos também as flores? Nós sentimos a dor das provações, mas Deus vê a flor da fé que desabrocha na vida.
Nós nos retraímos ante o sofrimento. Deus, entretanto, vê a terna compaixão por outros sofredores, que está nascendo em nossa alma.
Sentimos o coração estremecer sob a dolorosa separação. Mas Deus considera o enriquecimento que a dor nos trouxe.
Não é aflição o que recai sobre o crente, mas brandura, compaixão, amor, paciência e mil outras flores e frutos, provenientes do Espírito de Deus, os quais estão trazendo à sua vida um enriquecimento que jamais a prosperidade e o conforto seriam capazes de proporcionar-lhe. –J. M. McC.

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